Cinclodes espinhacensis (Pedreiro-do-Espinhaço)

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Outubro 2012: Cinclodes espinhacensis (pedreiro-do-Espinhaço): espécie descrita das áreas de montanhas da Cadeia do Espinhaço, Serra do Cipó-MG, onde parece ser restrita. É uma espécie bastante parecida com pedreiro (C. pabsti) que ocorre no sul do país, sendo, porém, mais escuro, de menor porte e de canto mais longo. Por ter uma área de distribuição tão pequena, já é considerado como uma espécie ameaçada de extinção.

Figure 2. Views (from left to right) of Cinclodes espinhacensis (DZUFMG 6357), Cinclodes pabsti (MHNCI 6273), C. pabsti (MHNCI 6272) and the holotype of C. espinhacensis (DZUFMG 5763): (a) dorsal view; (b) ventral view.

 

Hylopezus wittakeri (torom-de-alta-floresta)

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Abril 2012: Hylopezus wittakeri (torom-de-alta-floresta): espécie recentemente descrita para o Brasil por desmembramento do complexo H. macularius após estudos de morfologia, plumagem, vocalização e molecular do grupo. A nova espécie é endêmica do Brasil e está restrita ao interflúvio Xingu – Madeira, sendo seu nome científico dado em homenagem ao ornitólogo Andrew Whittaker.

Distribuição das espécies de Hylopezus anteriormente consideradas como H. macularius. A = H. paraensis; B= H. whittakeri [nova espécie]; C= H. dilutus; D= H. macularius. Figura retirada do artigo.

Scytalopus petrophilus (tapaculo-serrano)

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Junho de 2010: Scytalopus petrophilus (tapaculo-serrano): foi descrita recentemente essa nova espécie para o Brasil, do estado de Minas Gerais. Habita áreas abertas nos altos das serras em locais arbustivos sobre afloramentos rochosos e em matas mais altas nos vales. Seu nome científico foi dado exatamente pelo hábito da espécie em viver próximo a áreas pedregosas.

“Espécie considerada atualmente como sinônimo de S. speluncae por Raposo et al. (2012). Todos os argumentos indicados por esses autores, definitivamente, finaliza a situação desse e de outros táxons envolvidos há tempos em discussões científicas. Scytalopus petrophilus trata-se na verdade de S. speluncae e o que chamamos atualmente (outubro 2012) de S. speluncae, deve ser chamado de Scytalopus notorius. Para maiores detalhes, consultar o artigo de Raposo et al. (2012), aqui disponibilizado!”

Agradecimentos ao Rodrigo Dela Rosa.